Na decisão, o Vasco que deu 6 a 0 no Botafogo na primeira fase é favorito contra o Botafogo, mas não me surpreenderei se o Fogão de Joel Santana ficar com o título.
Um blog de jornalismo esportivo com muita informação e opinião. Escrito pelo jornalista esportivo Leandro Silva
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Final alvinegra na Guanabara
Na decisão, o Vasco que deu 6 a 0 no Botafogo na primeira fase é favorito contra o Botafogo, mas não me surpreenderei se o Fogão de Joel Santana ficar com o título.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Craque sempre faz falta
Defendo isso porque craque sempre faz falta. Como Romário fez nos Mundiais de 1998, quando foi cortado por Zagallo, e em 2002, quando foi ignorado por Felipão. Mas como fez falta em 2002 se o Brasil foi campeão? Diriam alguns. Para mim, fez. O Brasil também seria campeão com ele em campo, arrisco a dizer, mas de maneira ainda mais bonita, mais alegre. Porque o craque dá brilho ao futebol.
E em 1998? Aí a falta foi para o título mesmo. Ele estava em muito melhor forma do que Bebeto, que foi titular e na hora da decisão, com Ronaldo baqueado, os outros jogadores teriam um outro craque em quem confiar, que pudesse desequilibrar, como Zidane fez naquela partida.
Por isso, por mais que eu ache que o Brasil tem toda condição de ser campeão com ou sem Ronaldinho, acho que haverá mais brilho se ele estiver em campo. E há também uma temeridade. Kaká não tem conseguido manter a mesma frequência de atuações de outras épocas. Isso faz com que a Seleção corra o risco de ser comandada no seu setor de criação pelo forte Júlio Baptista. Já que Dunga continua deixando Ronaldinho, Diego, Alex, do Fenerbahçe, ou Alex, do Spartak, de fora.
Volta ao Brasil surtindo efeito

Reserva de Roberto Carlos no último mundial, Gilberto herdou a camisa 6 em vários momentos do início da Era Dunga, mas, sem empolgar em campo no selecionado, e fora dos planos do Tottenham, atuando na liga dos reservas, foi esquecido. Voltando ao Cruzeiro no ano passado, Gilberto recuperou os bons momentos no meio de campo e voltou a ser lembrado.
Kleberson, fundamental para o título mundial em 2002, não conseguiu se manter no grupo durante todo esse tempo, depois de passagens tumultuadas por Manchester United e Besiktas. Voltando ao País, no Flamengo, recuperou o bom futebol e a visibilidade e convenceu Dunga a chamá-lo ainda em 2009, mas uma lesão o afastou dos gramados e das convocações. Agora, reaparece em um momento importante, às vésperas do Mundial.
Robinho voltou ao Santos tendo a Copa como alvo, mas não parece que ficaria de fora, mesmo que permanecesse atuando sem tanta frequência no Manchester City. Já Adriano tinha voltado à Seleção quando ainda estava na Internazionale, mas foi depois da volta ao Flamengo que os questionamentos quanto às suas convocações fossem extintos.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
E depois da Copa?





O futebol brasileiro está eufórico com a presença de grandes jogadores que até bem pouco tempo mostravam seu futebol em outros continentes. Tem muito tempo que o País não conseguia reunir tantos jogadores consagrados (alguns mais que os outros), como os das fotos que ilustram esse texto.
Não deu para o Homem gol ontem
Agora, Marcelo Ramos segue com seis gols, um a menos que Dodô, que fez um contra o Resende. Vagner Love agora tem seis também.
Robinho pode ter dado um tiro no pé

Não acredito que Dunga deixe de levar Robinho para a Copa do Mundo, principalmente, depois da demonstração pública de que quer muito ir para o Mundial por voltar ao Brasil para isso. Mesmo assim, o antigo queridinho da torcida pode ir para a África do SUl com uma rejeição forte por causa de uma comparação natural e muito próxima: com Neymar.
A nova Joia da Vila está comendo a bola neste início de Paulista e Robinho terá que jogar acima disso (o que é lógico que ele tem todas as condições para tal) para mostrar que o lugar é seu. Pois se ele não for o melhor jogador nem do seu time será difícil convencer à torcida brasileira de que não estará indo para o Mundial apoiado apenas no nome. Ele será mais visto. Por isso, precisa jogar sempre muito.
Enquanto isso, Neymar ainda deve guardar alguma esperança de ser o Ronaldo de 1994 ou o Kaká de 2002, pronto para viver o ambiente de uma Seleção em plena Copa do Mundo.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
O Homem gol

Novo Valdívia na Bahia?

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Clássico eletrizante

O argentino foi o grande destaque dos confrontos e voltou a marcar hoje, mas o United levou a melhor no último minuto, com um gol de cabeça de Rooney, logo depois de uma defesaça do goleiro Given, fechando o placar da volta em 3 a 1. Tevez é empolgante. O United passou, mas o City mostra que está cada vez mais forte.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Troca favorável aos gaúchos
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
E a experiência pesou
No duelo da experiência contra a juventude no primeiro Ba-Vi de 2010, a experiência levou a vantagem e o Vitória venceu por 2 a 0, em Pituaçu. Principalmente, por causa da qualidade técnica e da liderança de Ramon, que cruzou para o gol de Wallace e ainda fez o segundo, ainda orientou a sua equipe o tempo inteiro e não deixou de desestabilizar os garotos tricolores com a sua já conhecida catimba.O time do Bahia foi jovem e Renato Gaúcho abriu mão apenas de dois jogadores experientes que estavam à disposição: o meia Juninho e o atacante Edilson. Rogerinho, Nen e Alison ainda não poderiam atuar. Já o Vitória optou pela estreia de Schwenck, além de contar com Viáfara, Vanderson, Bida, Ramon e Índio. Por isso, pareceu menos nervoso.
Para mim, além de Ramon, outros destaques do jogo foram Nino Paraíba, Bida, Ávine e Leandro. Além de Wilson Júnior e Vilson, que tiveram pouco tempo para mostrar futebol.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
E o ano começa na Bahia...
Emoção não deve faltar!!!
Jorge Henrique é o cara do Corinthians em 2010

domingo, 17 de janeiro de 2010
Tudo certo na Bahia
Não assisti ao jogo do rubro-negro, por isso apenas irei comentar sobre o Bahia. Em uma partida com seis gols, para mim, o nome do jogo não fez nenhum. Foi o camisa 7, Bruno Silva, com desarmes e passes precisos foi fundamental para o bom resultado. Depois da sua saída, que coincidiu com a entrada de dois jogadores mais habilidosos no Colo-Colo, o time teve uma queda.
Destaque também para a estreia do beque Vagner Silva, que fez dois gols. O meia Maurício, da base, que fez um bonito gol, depois de tabela com Hélder, foi outro ponto positivo. Leandro foi muito bem, como sempre, na marcação, e ainda fez um gol. Abedi demonstrou toda a sua voluntariedade. Ávine pareceu mais centrado e mostrou um bom futebol. Ananias também foi bem.
O lateral Rafael foi discreto, mas demonstrou uma boa qualidade nos passes e ser bem consciente. Resta saber se ainda terá aquele poderio ofensivo, e o faro de gol, do tempo do Flamengo. O zagueiro Thiago e o atacante Hélder, que fizeram a estreia no profissional, foram discretos. Dos três suplentes, Mateus, Raphael Luz e Roberto, só gostei da atuação do terceiro. Os dois primeiros me deixaram uma má impressão.
Copa pra ele

Segue a minha lista atual:
Júlio Cesar - Internazionale - ITA
Daniel Alves - Barcelona - ESP
Lúcio - Internazionale - ITA
Juan - Roma - ITA
André Santos - Fenerbahçe - TUR
Cristhian - Fenerbahçe - TUR
Gilberto Silva - Panathinaikos - GRE
Kaká - Real Madrid - ESP
Ronaldinho Gaúcho - Milan - ITA
Adriano - Flamengo
Luis Fabiano - Sevilla - ESP
Bruno - Flamengo
Marcos - Palmeiras
Maicon - Internazionale - ITA
Thiago Silva - Milan - ITA
Alex - Chelsea - ING
Marcelo - Real Madrid - ESP
Willians - Flamengo
Elano - Galatasaray - TUR
Diego - Juventus - ITA
Robinho - Manchester City - ING
Nilmar - Villarreal - ESP
Alexandre Pato - Milan - ITA
Deu gosto de ver jogar

Parei para ver o jogo do Santos esperando ver um dos meus ídolos, Giovanni, em campo. Se eu estava esperando o toque da experiência, foi a juventude que me animou. O quarteto de frente do Santos no primeiro tempo encantou. Paulo Henrique (20), Wesley (22), Neymar (17) e André (19) têm apenas 19,5 anos de média de idade e jogaram muito.
A qualidade de Paulo Henrique e Neymar já era conhecida, no entanto o meia parece que amadureceu vários anos entre o final da última temporada e hoje. Pode ser a hora de ser verdadeiramente protagonista. André, com cabelo moicano e chuteira amarela igual a Neymar, foi que mais me surpreendeu. As poucas partidas que tinha visto dele não tinham me deixado boa impressão, mas comecei a ver futuro nele pelo jogo de hoje. Não fez gol, mas participou das jogadas dos outros o que é um grande trunfo em um time que conta com grandes jogadores que chegam de trás.
O adversário não é parâmetro, mas o que me chamou a atenção foi a forma de jogar. Gosto muito quando começo a ter vontade de ver um time que eu não torço atuando. Era a sensação que eu tinha para ver aquela equipe do Santos em 2002, com Diego e Robinho. A entrada de Giovanni ainda serviu para coroar a partida santista, inclusive com um passe para o terceiro gol. E ainda falta Marquinhos entrar no time. Sem falar em Madson, que parece ter perdido espaço na equipe santista, mas que eu gosto de ver em ação.
sábado, 16 de janeiro de 2010
As melhores duplas de ataque do País
1º Flamengo - Vagner Love e Adriano
2º Grêmio - Leandro e Borges
3º Corinthians - Jorge Henrique e Ronaldo
Se o escolhido para jogar ao lado de Ronaldo for Jorge Henrique e o Fenômeno jogar o que jogou no primeiro semestre do último ano, a dupla pode até rivalizar com a do Flamengo. Como o Corinthians está um pouco inchado de atacantes e eles podem até jogar separados muitas vezes, acaba tornando-se uma incógnita. Certo é que se Ronaldo estiver bem fisicamente, tanto Jorge Henrique, Dentinho ou Iarley, ou até dois deles, formarão um ataque letal para os adversários.
4º Fluminense - Maicon e Fred
Foi uma dupla que casou muito certo. Maicon Bolt, com toda a sua velocidade, e Fred, com o seu incrível faro de gol. Os dois se completam e se jogarem juntos durante muito tempo dessa temporada deverão dar muitas alegrias à torcida do Fluminense. Quando Maicon não jogar, o parceiro deve ser Kieza, que talvez seja até melhor do que Maicon, mas pode não completar Fred tão bem.
5º Atlético-MG - Muriqui e Diego Tardelli
Outra dupla muito promissora. Muriqui teve um ótimo Brasileiro no Avaí e agora terá o artilheiro do País no último ano para jogar ao lado. Outro caso em que as caraccterísticas dos dois parecem casar bem. Os dois, entretanto, já tiveram passagens muito ruins na carreira. Resta saber se conseguirão repetir a ótima fase do ano passado.
6º Dodô e Élton
Muito tempo parado, Dodô é visto com desconfiança. Acredito que ele poderá arrebentar em 2010. Basta lembrar que uma grande crítica ao atacante é que ele não parecia muito motivado em campo, mas agora motivação é o que não deve faltar ao artilheiro dos gols bonitos. Se Élton realmente acertar a volta ao Vasco, deverá formar uma grande dupla com Dodô. Se não vier, Rafael Coelho, artilheiro da última Série B também pode casar bem com o atacante.
7º Kléber e Thiago Ribeiro
Por Kléber, o ataque do Cruzeiro está bem classificado, mas, na minha opinião, Thiago Ribeiro não está próximo do seu nível.
8º Alecsandro e Giuliano
Alecsandro deve jogar isolado na frente, mas o meia Giuliano deve ser o mais próximo. Os dois, junto com D´Alessandro, devem dar muito trabalho às defesas adversárias.
9º Herrera e Loco Abreu
Foi uma das duplas mais badaladas neste início de ano. E pode dar muito certo, principalmente, por causa da sintonia com a torcida.
10º Diego Souza e Robert
O Palmeiras só tem Robert como atacante de nível. Diego Souza deve jogar ao seu lado, mas rende muito melhor no meio de campo. Uma ótima opção para o Palmeiras seria a contratação de Kléber Pereira, que está sobrando.
11º Fernandinho e Washington
Fernandinho está se recuperando de uma cirurgia, mas tem tudo para formar um grande ataque com Washington. Por enquanto, com Dagoberto, o ataque deve ser aquele mesmo do São Paulo, frustrante.
12º Neymar e Giovanni
O novo e o velho. Tinha tudo para dar certo, mas os dois extremos ainda são um mistério. Se Giovanni conseguir jogar o que sabe, o ataque santista pode melhorar muito no ranking.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Edilson e Uéslei podem ser grandes atrações para o Baianão

terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Qual opção seria melhor do que Ávine para o Bahia?
Ávine é unanimidade? Claro que não. Longe disso. Acredito até que a maior parte da torcida não gosta do jogador, mas muito dessa rejeição eu atribuo ao momento em que o jogador foi lançado, em 2006, em um dos piores elencos do clube em todos os tempos, logo após a queda para a Série C. Acredito que ele será o dono da camisa 6 em 2010 e terá grande utilidade, principalmente após a boa experiência, dentro de campo, na Série A, pelo Santo André.
Seleção da década para o site yougol
Goleiro:
Emerson Ferretti chegou ao Bahia no final da década passada, em 2000 e já começou a ser ídolo, mas seu melhor ano foi o de 2001, quando ganhou a Bola de Prata de melhor goleiro do Brasileiro. Ainda defendeu bem a meta em 2002 e 2003, apesar do rebaixamento. Em 2004, ficou na reserva de Márcio, outro que se destacou na década. Em 2005, voltou a ser titular, mas não impediu a queda para a Série C. Se foi citado como um dos frangueiros da década corintiana, pelo grande jornalista e amigo Dassler Marques, o arqueiro Marcelo pelo que fez em 2009 mostra que pode chegar ao mesmo nível de prestígio de Emerson com a camisa tricolor. Paulo Musse, Gessé, Marcio Angonese, Fabiano e Darci causam calafrios. O último ainda se destacava nos Ba-Vis.
Laterais:
Com a camisa 2 ninguém teve mais destaque do que o melhor lateral-direito do mundo, Daniel Alves, que só perdeu a Bola de Prata para Arce em 2001 porque não chegou ao número mínimo de jogos disputados. Em 2002 também se destacou, mesmo fugindo do rebaixamento. Na posição, a torcida tem pesadelos até hoje com nomes como Mantena, Jucemar, Luciano Baiano (na sua segunda passagem), Juninho, Denilson. Patrício e Marcos não fizeram tão feio em 2009 e Carlos Alberto foi quem chegou mais próximo de Daniel. A camisa 6 ficaria com Calisto, pelo que fez em 2002. Ávine divide a torcida entre os que gostam e os que o odeiam, mas está muito longe de péssimas lembranças como Lino e Peris.
Zagueiros:
A melhor dupla de zaga da década atuou em 2004, na campanha do quase acesso para a Série A: Leonardo Silva e Reginaldo Cachorrão. Em 2007, na campanha da subida para a Série B, Alison e Eduardo também formaram uma boa parceria, às vezes, reforçada por Rogério. Nen, pelo que fez em 2009, também merece uma lembrança. Marcelo Souza, Evaldo e Carlinhos não deixaram saudade.
Volantes:
Preto Casagrande, Bola de Prata em 2001 foi um dos grandes nomes do meio de campo do Bahia na década. Meu grande ídolo Ramos perde a disputa para Bebeto Campos. Esta foi uma posição em que o tricolor teve bons representantes, como Guilherme, Jair, Luis Alberto, Leandro, Cícero, Fausto, Ramalho.
Meias:
Jorge Wagner, foi o grande destaque da boa campanha do Bahia na Copa João Havelange de 2000, por isso está garantido no time, com a camisa 13 que te deu sorte naquela competição, com seus potentes chutes de fora da área e a bola parada que até hoje faz sucesso no São Paulo. Geraldo, que levantava a torcida em 2002 com seus dribles, é o parceiro ideal, apesar de também ser canhoto. Elias já teve muitos altos e baixos no clube, mas saiu por cima quando fazia uma ótima Série B em 2008. Danilo Rios, Danilo Gomes, logo quando foi revelado em 2003, Alex Oliveira, Luis Carlos Capixaba foram outros bons nomes.
Atacantes:
O maior artilheiro do clube no século, Nonato, não tem como ficar fora da seleção da década. Seu parceiro em 2001 e 2002, Robgol, continua ao seu lado nesta lista. Sérgio Alves, que formou o trio elétrico sob o comando de Bobô em 2002, foi muito bem, mas jogou muito menos tempo do que os antigos colegas. Marcelo Ramos pelo que fez na década de 1990 e pelo ano de 2008 merece ser citado. Nadson e Jael ainda tentam entrar para essa lista. Mas estão muito longe de nomes como Didi, Ney Fabiano, Reinaldo Aleluia, que causavam desespero na própria torcida. Charles merece ser lembrado pelo gol aos 50 minutos contra o Fast, que evitou a eliminação do Bahia na Série C de 2007.
Técnico:
Evaristo de Macedo, pelo que fez em 2001, com o título Baiano, do Nordeste e a classificação entre os oito melhores da Série A foi o melhor da década. Bobô, único a ser campeão na década além do antigo treinador e Vadão, que fez um bom trabalho na Série B de 2004, foram os outros destaques.
Seleção da década do Bahia: Emerson, Daniel Alves, Leonardo Silva, Reginaldo Cachorrão e Calisto; Bebeto Campos, Preto Casagrande, Jorge Wagner e Geraldo; Robgol e Nonato. Técnico: Evaristo de Macedo.





