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terça-feira, 26 de maio de 2009

A legião tricolor no Frasqueirão

Leandro Silva

No mês passado, minha namorada me ligou de Natal: "Quer que eu leve pra você uma camisa do ABC ou do América?". Respondi, sem pestanejar: do ABC. Quando ela me deu a camisa número 10, eu expliquei minha escolha, baseada na ajuda prestada pelo alvinegro, contra o Rio Branco. E a minha identificação com o time potiguar vem aumentando desde a contratação do técnico Arturzinho.

Ele era o comandante da nau tricolor no período em que cobri o clube diariamente. Desde a sua chegada, o clube já contratou cinco jogadores com passagem pelo clube baiano. O primeiro foi o volante Fausto, depois chegaram o goleiro Paulo Musse, os meias Rafael e Alex Oliveira e, por último, o clube anunciou o atacante Fabio Saci, que estava no Bangu. Gosto muito de Fausto, Rafael e Alex Oliveira. Os dois primeiros, inclusive, acredito que fossem muito úteis ao atual elenco do Esquadrão.

Dos contratados, apenas Alex Oliveira não foi treinado por Artur nas suas passagens pelo Bahia, pois jogou apenas em 2001, quando conquistou o Campeonato do Nordeste. Paulo Musse, Saci e Fausto jogaram juntos em 2007 e apenas o último permaneceu em 2008, quando jogou com o meia Rafael.

Para ganhar mais ainda a minha simpatia, só falta confirmar os rumores que apontam o meu ídolo Nonato como o próximo a reforçar a legião tricolor no Frasqueirão.

domingo, 13 de maio de 2007

A Magia da camisa 11 pode estar de volta

Leandro Silva

A camisa 11 do Bahia, na maior parte da atual temporada, foi vestida por Fábio Saci, que conseguiu projeção nacional com seus gols e sua comemoração folclórica e partiu para o Náutico rumo a Série A.

Mas o número não deverá ficar orfão, muito pelo contrário. Os dois jogadores que mais se destacaram com esse número nas costas da camisa tricolor, neste século, estão de volta ao Fazendão. Nonato e Neto Potiguar.

A dupla não chegou a jogar junta no Bahia. Nonato se destacou em 2001 e 2002 com a camisa 11. Em 2003 continuou usando mas a fase não era mais a mesma. Em 2004, Neto Potiguar herdou o número do artilheiro do novo milênio. Suas grandes atuações na primeira fase da Série B não deixaram o torcedor sentir saudades do artilheiro.

Mas sua queda de produção na reta final frustrou a torcida tricolor. Depois dele, Uéslei, um dos jogadores que melhor vestiu essa camisa no século passado, voltou mas sua nova passagem não traz boas lembranças. No ano passado, Leandro Leite, um volante sem brilho, foi o dono do número 11 na maior parte da temporada.

Resta agora a dúvida. Quem será o novo camisa 11 tricolor? O paraense ou o Potiguar? Ou quem sabe os baianos Harley e Danilo Gomes podem levar a melhor na disputa?

sexta-feira, 2 de março de 2007

Não deram certo


Leandro Silva


No dia 24 de janeiro, neste blog, falei sobre as contratações de Nonato e Ari pelo Fortaleza, para ilustrar o fato dos clubes brasileiros estarem apostando em ex-jogadores do Bahia enquanto o Bahia se encontra em uma péssima situação no futebol brasileiro. A expectativa era que os dois fossem mais exemplos de ex-tricolores que se destacam em outros clubes. Mas não deu certo. E a passagem dos dois pelo futebol cearense durou pouco e a dupla já foi dispensada.